MANCHETES DOS JORNAIS DE DOMINGO – 02/08/2026
RESUMO DE DOMINGO – 02/08/2026
Edição de Chico Bruno
MANCHETES DOS JORNAIS DE DOMINGO – 02/08/2026
O GLOBO – ‘Deepfake do bem’ divide ministros e força TSE a atualizar normas para IA
FOLHA DE S.PAULO – Vício em bets afeta empresas com funcionários endividados e faltas
O ESTADO DE S.PAULO – Dívida pública em alta contínua atinge maior custo em 10 anos
Correio Braziliense – Michelle disputa Senado. PT oficializa Lula hoje
Valor Econômico – Não circula hoje
Destaques de primeiras páginas, fatos e bastidores mais importantes do dia
‘DEEP usado pelo PL divide ministros - A discussão provocada pelo vídeo com Inteligência Artificial (IA) exibido na convenção de lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) forçará o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a adotar um novo entendimento sobre casos de “deepfake do bem”, quando não há ataques a adversários ou intenção de enganar a população. Resolução aprovada pelo TSE proíbe o uso desse tipo de conteúdo com o objetivo de ludibriar os eleitores ou fazer campanha negativa, mas há diferentes interpretações sobre a legalidade da fabricação de voz ou imagem de pessoas apenas para auxiliar a comunicação dos candidatos. Ministros estão divididos sobre a peça que emulou o discurso de Jair Bolsonaro. Na ocasião, o personagem criado por algoritmos declarou apoio ao filho presidenciável. Para magistrados da Corte, o julgamento de ação apresentada pelo PT sobre o assunto representará um divisor de águas para a jurisprudência do TSE. O presidente do tribunal, Kassio Nunes Marques, já indicou não ver ilícito no episódio, mas outros colegas entendem que haverá uma profunda análise em plenário, o que ensejará um definição mais clara sobre o que pode ou não ser feito a partir da manipulação por IA.
BETS sob fogo cruzado - O dono de restaurante Maurício Nishimori tem um funcionário que, por três meses seguidos, sumiu por um dia inteiro depois do depósito do salário. "Eu liguei para a esposa dele e descobri que o problema era aposta", disse Nishimori à Folha, pedindo para preservar os nomes de seu colaborador e de seu negócio. O empresário lida com um desafio reportado por diferentes entidades patronais e sindicais: os efeitos do adoecimento pelo jogo no ambiente de trabalho.
Relatos de dívidas de milhares de reais e crises familiares ligadas a perdas nas apostas chegam aos departamentos de recursos humanos, de acordo com a ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos). A Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) cita constantes pedidos de adiantamento e a desatenção dos funcionários como sinais de alerta. O problema afeta desde pequenos negócios, como parte dos associados da Abrasel, até grandes companhias. A fabricante de produtos de limpeza Ypê, a siderúrgica Gerdau e a Whirlpool, dona das marcas Brastemp e Consul, organizaram ações de conscientização sobre os riscos das apostas —desde oficinas educativas até programas de acolhimento para colaboradores já adoecidos. As empresas não informam se sofrem prejuízos ou qual seria o tamanho das perdas decorrentes do adoecimento de sua força de trabalho.
CONTROLE de despesas - Em junho, o custo médio da Dívida Pública Federal do Brasil atingiu 12,68% ao ano, o maior desde 2016, refletindo a alta da Selic, atualmente em 14,25%. Isso dificulta o controle das contas públicas e aumenta o risco percebido por investidores. A dívida total subiu para R$ 9,268 trilhões. O Tesouro Nacional enfrenta desafios para estabilizar a dívida, com quase metade atrelada à Selic. A incerteza econômica global e a guerra do Irã complicam o cenário, segundo Helano Borges Dias, coordenador de Operações da Dívida Pública.
FORÇA das mulheres - Num fim de semana de definições no xadrez eleitoral de 4 de outubro, a prévia da convenção do Partido Liberal do DF desfez a principal dúvida para o pleito brasiliense. Líder das pesquisas de intenção de voto, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro vai concorrer a uma vaga no Senado, confirmou a deputada federal Bia Kicis, que também vai disputar o cargo. Michele e Bia vão formar chapa com a governadora Celina Leão (PP), em busca da reeleição. O anúncio oficial deve ser feito esta tarde, no evento oficial da legenda, com a presença de lideranças nacionais e do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Neste domingo pela manhã, em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será confirmado como candidato à reeleição, com Geraldo Alckmin (PSB) como vice. Em viagens pelo país para apoiar políticos petistas, Lula pediu votos a candidatos progressistas. “Nós temos que ter progressistas na Câmara para que a gente possa fazer as mudanças que o Brasil precisa que sejam feitas urgentemente”.
PEDIDOS de voto explícito - Ontem, durante a convenção estadual do PT na Bahia, que oficializou a candidatura à reeleição do governador Jerônimo Rodrigues, Lula antecipou o tom que pretende adotar ao longo da disputa. Lula pediu apoio para toda a chapa governista baiana e fez referências diretas à própria candidatura presidencial, embora a propaganda eleitoral só seja permitida oficialmente a partir de 16 de agosto. “Depois que vocês votarem em deputado estadual, deputado federal, senador e no Jerônimo, se sobrar um pouquinho de voto, votem em mim”, afirmou aos militantes. Em outro momento, voltou a pedir apoio para um novo mandato e disse esperar ser eleito presidente pela quarta vez. As declarações ocorreram antes do início oficial da campanha eleitoral e podem voltar a alimentar debates sobre propaganda antecipada. A legislação permite manifestações políticas, participação em convenções partidárias e exaltação de qualidades pessoais durante a pré-campanha, mas proíbe pedidos explícitos de voto antes do período autorizado pela Justiça Eleitoral. Caberá ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisar eventual representação, caso partidos adversários decidam questionar as falas. Após o episódio, a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, disse avaliar acionar a Justiça Eleitoral. O filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também ignorou, ontem, a legislação eleitoral ao fazer um pedido explícito de votos durante a convenção do PL em Santa Catarina. O evento oficializou os nomes de Carlos Bolsonaro e Caroline de Toni para a disputa ao Senado por Santa Catarina. Confirmou ainda Jorginho Mello (PL) como candidato à reeleição pelo governo do Estado. Em seu discurso, o senador reforçou críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), defendeu o legado da gestão do pai e voltou a afirmar que a eleição de um candidato alinhado ao ex-presidente seria necessária para garantir mudanças no país.
ESTICANDO a corda - A convenção estadual do PL em Santa Catarina exibiu, em diferentes momentos, um vídeo com a voz e imagens de Jair Bolsonaro. O episódio ocorre uma semana após o ministro Alexandre de Moraes ter questionado a utilização de um vídeo de inteligência artificial (IA) do ex-chefe do Executivo durante a convenção do PL que confirmou o nome do senador à Presidência. A reportagem procurou a campanha de Flávio Bolsonaro, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição. Imagens de Bolsonaro foram exibidas perto do fim do evento.
TARCÍSIO se declara a Bolsonaro - O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), foi oficializa do candidato à reeleição, ontem, em convenção estadual do Republicanos, no Ginásio do Ibirapuera, na capital paulista. Durante o evento, o chefe do Executivo estadual afirmou que o início da campanha representa uma oportunidade de prestar contas da gestão, agradecer à população pelo apoio recebido e apresentar os planos para um novo mandato. A convenção contou com a presença do senador Flávio Bolsonaro (PL), aliado de Tarcísio e um dos principais nomes do campo conservador na disputa presidencial. O Republicanos confirmou apoio ao bolsonarista no estado, apesar de não haver uma aliança nacional com o candidato do PL. Em rápida declaração, o governador recordou o início da carreira política ao lado de Jair Bolsonaro, como ministro. “Queria agradecer, Flávio, ao presidente Bolsonaro, que me abriu essa porta lá atrás, que me permitiu fazer aquilo que eu gostava, fazer infraestrutura pelo Brasil, que me incentivou. Uma pessoa, Flávio, que nunca trouxe vitória nenhuma para ele, sempre compartilhava com o time. Ele me fez. E ele teve essa ideia. Ele tinha genialidade. Ele tinha um carisma que eu nunca vi igual. E ele me abriu essa porta. Nós amamos teu pai. Nós amamos Jair Messias Bolsonaro”, afirmou.
PL lança Moro ao governo do Paraná - O Partido Liberal (PL) oficializou, ontem, a candidatura do senador Sergio Moro ao governo do Paraná, durante convenção realizada em Curitiba. O evento também confirmou Edson Vasconcelos (PL) como candidato a vice-governador e as candidaturas de Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado Federal. Na disputa estadual, o PL integra uma coligação formada, também, por Podemos, Democracia Cristã e Novo. Pouco antes da convenção do PL, o Novo havia oficializado a candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado, compondo a chapa da aliança. Aos 54 anos, Sergio Moro é ex-juiz federal. No cargo, ganhou projeção nacional ao conduzir os processos da operação Lava-Jato. Deixou a magistratura para assumir o Ministério da Justiça, no governo de Jair Bolsonaro.
RENAN, o desbocado - Matar quem roubar, críticas ao senador Sergio Moro (PL-PR) e ataques a Flávio Bolsonaro (PL) e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Esses foram alguns dos principais destaques do discurso de Renan Santos, lançado oficialmente, ontem, como candidato do Missão à Presidência da República. A convenção nacional da legenda foi realizada na Zona Leste de São Paulo e reuniu dirigentes partidários, apoiadores e integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL), grupo do qual o presidenciável é um dos fundadores. Ao longo da fala, Renan procurou apresentar sua candidatura como uma alternativa ao atual cenário político, mas rejeitou ser enquadrado como representante de uma terceira via. Segundo ele, sua campanha não pretende ocupar um espaço intermediário entre lulismo e bolsonarismo, mas disputar diretamente a liderança do processo eleitoral. Na reta final do discurso, o tom subiu. O presidenciável afirmou que o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL ao Palácio do Planalto, é um “fraco e corrompido”. Ao presidente Lula, dirigiu a alcunha de “cachaceiro senil”. Logo após a sequência de ataques, fez uma ironia ao pedir ao público “perdão pelos insultos e palavrões proferidos”.
O primeiro elemento da política - O candidato do PL, Flávio Bolsonaro, caminha para uma chapa pura nessa temporada eleitoral. E o fator mais citado nos bastidores para que ele chegasse à largada da campanha oficial com esse cenário é a falta de confiança que disseminou nos potenciais aliados e a forma com buscou essa aproximação. A confiança começou a ruir quando, em reunião fechada com o time do PL e em outros encontros privados, Flávio, olhando nos olhos dos interlocutores, afirmou que não havia nada que o ligasse a Daniel Vorcaro, o que foi desmentido dias depois. Esse foi o motivo que levou à revoada das agremiações para a montagem de projetos longe do candidato do PL. Não por causa do envolvimento com o ex-banqueiro, mas pelo fato de ter omitido algo que todos deveriam saber para montar uma estratégia de defesa. E, em política, sem passar confiança, não se conquista. Esse é hoje o principal desafio de Flávio para reconquistar apoios e simpatias.
E A forma? - Os gestos, em política também importam. Flávio passou as últimas semanas atrás de uma vice para a sua chapa. Ele só procurou a senadora Tereza Critina depois que já havia recebido um “não” do presidente do PP, Ciro Nogueira. Depois, em vez de conversar com todo o PP, chamou Tereza Cristina para uma conversa sem juntar o presidente do partido. A tentativa de dar o fato consumado não prosperou, e o PP pediu a inversão da chapa. Agora, volta ao Republicanos, partido que tem a ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniela Marques para a vice — um nome que não passou pelo crivo do comando partidário. Fracassada a aliança com o PP, Flávio percebeu que precisa do aval dos comandos partidários. Por isso, ao discursar na convenção que consagrou a candidatura de Tarcísio de Freitas à reeleição em São Paulo, o candidato do PL ao Planalto elogiou o presidente do partido, Marcos Pereira. Flávio tem até o dia 5 para ver se convence o Republicanos a ser seu parceiro nessa empreitada. Mas, antes de qualquer coisa, terá que recuperar a confiança dos potenciais aliados.
ENTRELINHAS de Tarcísio - O discurso do governador Tarcísio de Freitas na convenção, com agradecimento especial ao ex-presidente Jair Bolsonaro foi ouvido por muitos pesos-pesados da política no palco como um sonoro ‘sou grato, mas agora ando com as próprias pernas’. Por mais que tenha dito que Flávio Bolsonaro, se eleito, “ajudará São Paulo”, Tarcísio tem um leque de alianças de 11 partidos, que inclui o PSD de Ronaldo Caiado. O governador de São Paulo não dedicará toda a sua campanha à dobradinha com o Zero Um.
ALIÁS... - As comparações foram inevitáveis. Quando Tarcísio terminou de elencar os partidos que o apoiam, um ás da política que acompanhava a convenção paulista comentou: “Se ele fosse o candidato ao Planalto, teria fila para ocupar a vice”.
UMA crise em Pernambuco - A federação PSDB Cidadania trocou de lado. Presidida por João Freire, filho do presidente de honra, Roberto Freire, tinha fechado o apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD). O candidato do PSB, João Campos, cobrou do presidente nacional da federação, Aécio Neves, o compromisso de apoio selado lá atrás. Alex Manente, presidente nacional do Cidadania, destituiu o diretório estadual para que a federação apoie João Campos.
OUTRAS intervenções - Pernambuco é apenas um dos 10 estados em que houve intervenção do Cidadania desde que Alex Manente assumiu o comando da legenda, e não necessariamente por causa dos palanques regionais. Já passaram por intervenção os diretórios de Paraíba, Maranhão, Pará, Rio Grande do Norte, Ceará, Sergipe, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul.
TRAIÇÃO - Assim, o ex-presidente do Cidadania Roberto Freire reagiu à intervenção partidária em Pernambuco. Entregou, inclusive, o cargo de presidente de honra da federação PSDB Cidadania. É praticamente a aposentadoria de um quadro do antigo Partido Comunista. Porém, ele não deixará o partido: “Continuo filiado ao Cidadania. Até porque, tem minha única digital política e com lealdade e honra que infelizmente neste Brasil de hoje são coisas raras”.
E A Michelle, hein? - A aposta é a de que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro dirá sim à candidatura ao Senado pelo DF.
VEM aí - Na próxima terça-feira, o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Vital do Rêgo, entregará uma lista de candidatos com contas julgadas irregulares para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), às 17h. O documento ajudará a Justiça Eleitoral na análise das candidaturas para estas eleições.
ACORDO ruiu - Integrantes do PT na Bahia dizem que o acordo, feito nos bastidores, para deixar o caso Master fora da campanha no estado ruiu. A nova orientação da campanha petista é atacar diretamente o candidato ao governo ACM Neto (União) usando o envolvimento dele com o ex-banqueiro, Daniel Vorcaro. As investigações mostraram, até agora, que ACM se encontrou com Vorcaro. Além disso, a empresa do ex-prefeito e da esposa dele recebeu R$ 3,6 milhões do banco Master, segundo o Coaf.
De outro lado, o senador Jaques Wagner (PT) foi alvo de operação da PF (Polícia Federal) por envolvimento direto com o ex-banqueiro. Ele teria recebido benefícios, como um apartamento de luxo, de um dos sócios de Vorcaro, Augusto Lima.
Em meio às acusações, as campanhas tinham fechado um acordo para deixar o caso Master de fora da disputa. Mas o PT avalia que, com o início oficial da campanha eleitoral, não vai poupar ataques a ACM Neto com menção a Vorcaro.
A campanha do ex-prefeito, no entanto, não pretende usar o caso com ataques a Wagner. A orientação, por ora, é priorizar o discurso de crítica ao atual governador Jerônimo Rodrigues (PT), principal adversário de ACM.
REPUBLICANOS rediscutirá veto - O imbróglio sobre a candidatura do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) ao Governo de Minas Gerais poderá ter uma reviravolta no início da semana. Presidente nacional da legenda, Marcos Pereira, vai reunir nesta segunda-feira (3) em Brasília representantes do diretório mineiro. Ele, que havia vetado a candidatura de Cleitinho, vem sendo pressionado por diversos aliados de direita a reconsiderar a decisão. "Não posso ser irresponsável", disse Pereira ao Painel. Segundo ele, um dos argumentos usados é que já havia chapas para deputados formadas por partidos aliados, com Cleitinho como candidato majoritário. "Estão me dizendo que [sem Cleitinho] desmorona a chapa", declarou o dirigente. Líder em diversas pesquisas, Cleitinho protelou por meses sua decisão de se candidatar a governador, o que incomodou a cúpula partidária. Ele chegou a faltar na convenção de seu próprio partido em Minas Gerais, no último final de semana. Quando finalmente anunciou sua candidatura, foi barrado pela legenda. Uma hipótese que passou a ser colocada é de apoio do Republicanos à candidatura de Marcelo Aro (PP) ao governo.
DESISTE e dobra com Garotinho - O ex-governador Wilson Witzel (Democrata) decidiu neste sábado (1º) abrir mão de sua pré-candidatura para o Governo do Rio de Janeiro para apoiar o também ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) na disputa. A aliança visa, segundo os ex-governadores, criar uma frente para tentar superar o presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), Douglas Ruas (PL), na disputa por uma vaga no segundo turno. O potencial rival seria o ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PSD), segundo as pesquisas de intenção de votos.
Presidente IPG-Instituto João Goulart


