JANGO, 49 ANOS SEM TUA PRESENÇA, MAS DE PÉ NO TEU LEGADO
JANGO, 49 ANOS SEM TUA PRESENÇA, MAS DE PÉ NO TEU LEGADO

Em 6 de dezembro de 1976, Jango partía para o plano superior, depois de haver passado como um meteoro, ensinando com trabalho e dedicação ao Brasil, o verdadeiro caminho para a justiça social.
Em 20 anos passou de deputado estadual, presidente do PTB-RS, secretario do interior e justiça do RS, deputado Federal, presidente do PTB nacional, ministro do trabalho, duas veces vice-presidente da República (eleito pela constituição de 46) e presidente da Republica, sempre pelo voto popular e democrático.
O rastro de uma Nação soberana ainda clama pelo desenvolvimento nacional através das suas Reformas de Base, até hoje não implantadas para a obtenção de uma melhor distribuição da riqueza nacional.
O Brasil busca até hoje, depois de 60 anos do golpe de 1964, que depôs o presidente Jango do poder, através de uma ditadura feroz, que impediu o povo de eleger seus chefes de Estado, uma saída digna, econômicamente distributiva, que possa priorizar os trabalhadores deste país, pelo qual Jango lutou e morreu no exílio, sem claudicar aos seus algozes, que estão eternizados no lixo da história.
Recordar o estadista Jango, que impediu o derramamento de sangue entre irmãos brasileiros, é não esquecer jamais,que lutar e morrer pela Pátria, não é pouca sorte.
Neste 6 dezembro, cabe sempre lembrar aquele que se tornou o único presidente da República, a morrer no exílio, em defesa da coerência e a luta contra os ditadores.
JANGO, PRESENTE!


