‘Ato hostil’

‘Ato hostil’

‘Ato hostil’

| Lula Marques/ Agência Brasil

Integrantes do governo dizem nos bastidores que a rejeição de Messias representa um “ato hostil” por parte do presidente do Senado, Holanda, Maia e MuraKawa prosseguem na análise.

  • A votação chocou interlocutores do Planalto que se deslocaram ao Congresso para acompanhar a sabatina.

Apesar do sentimento de revolta em seu entorno, Lula não deve colocar mais gasolina no incêndio.

  • A postura, alinhada com o presidente e alguns de seus conselheiros mais próximos no início da noite, é não tratar a derrota como uma ruptura definitiva com Alcolumbre.
  • Tampouco os discursos irão no sentido de que há uma crise institucional.
  • Entretanto, alguns defenderão o retorno da retórica do “Congresso inimigo do povo”, para explicar à população que o Senado rejeitou um homem honrado, evangélico e sem máculas no currículo.

????️ Nos bastidores: Auxiliares de Lula veem duas motivações principais na atitude de Alcolumbre.

  • A primeira é dar uma demonstração de força e enviar o recado de que, na atual conjuntura, não é possível ao chefe do Executivo fazer uma indicação ao STF com pouco ou nenhum diálogo com o comando do Congresso.
  • A segunda aponta para 2027, quando haverá nova eleição para a presidência do Senado.
  • Na leitura de fontes do governo petista, Alcolumbre entrega ao bolsonarismo a cabeça de Messias e deverá completar o ciclo com a derrubada dos vetos de Lula ao projeto da dosimetria.