Com discurso vencido, coronel bolsonarista insiste em ditadura no país
Com discurso vencido, coronel bolsonarista insiste em ditadura no país
Da Redação
Reprodução/Facebook

A deputada Coronel Fernanda integra a bancada da extrema-direita que exalta diariamente o condenado Jair Bolsonaro (PL)
Da ala extremista da direita bolsonarista, a deputada federal Coronel Fernanda (PL) anda inconsolável com a decisão do presidente Lula (PT), de vetar projeto de redução de pena do condenado Jair Bolsonaro (PL) e outros golpistas.
Para ela, a postura da esquerda é contraditória: haveria um discurso recorrente de "vitimização" por parte de grupos que afirmam ter sofrido durante o período da ditadura militar.
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E completou que a mesma esquerda - no caso, Lula - "adota práticas que ferem liberdades".
“E ainda falam que foram vítimas da época da ditadura. Eles não sabem o que é ditadura. A ditadura está acontecendo agora”, afirmou a deputada.
Há uma inversão de valores: Fernanda, quando nada, sugeriu que Bolsonaro e os demais golpistas são vítimas de um "golpe".
A deputada-coronel parece não ver que as instituições brasileiras funcionam normalmente, há liberdade de expressão e não existe tortura no Brasil.
A Organização dos Estados Americanos (OEA), não custa lembrar, atestou, em dezembro, que não há ditadura, tampouco violação de direitos humanos e houve, sim, tentativa de golpe de Estado.
Para a Coronel Fernanda ler, aprender e mudar seu discurso caduco: a ditadura militar no Brasil foi um regime autoritário que durou de 1964 a 1985, iniciado por um golpe civil-militar que depôs o presidente João Goulart, e foi marcado pela restrição de direitos políticos, censura, perseguição de opositores, tortura e desaparecimentos forçados.


