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Temer faz barulho com Battisti para que esqueçam malas de dinheiro

publicada em 12 de outubro de 2017
Temer faz barulho com Battisti para que esqueçam malas de dinheiro

Ao tentar anular o decreto de asilo político concedido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao italiano Cesare Battisti, Michel Temer recorre a uma clássica manobra diversionista: tenta ocupar o noticiário com um novo assunto, para que ninguém mais fale das denúncias de propinas e malas de dinheiro a seus colaboradores mais próximos, como Geddel Vieira Lima e Rodrigo Rocha Loures, enquanto seu caso é apreciado pela Câmara dos Deputados; "A revisão da decisão presidencial não é mais possível, devido ao decurso do prazo e ao fato de não haver qualquer vício na conclusão final, como reconhecido pelo próprio Supremo Tribunal Federal", lembra a defesa de Battisti



247 – Cesare Battisti era um caso encerrado. Ninguém mais tocava no assunto até que Michel Temer, que conquistou o poder por meio de um golpe parlamentar, decidisse anular um ato juridicamente perfeito, tomado por um governo legítimo e validado pelo Supremo Tribunal Federal.

Por que motivo? Qual a lógica?

Basicamente, para ocupar o noticiário.


Ao tentar anular o decreto de asilo político concedido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Battisti, Temer recorre a uma clássica manobra diversionista: tenta mudar de assunto para que ninguém mais fale das denúncias de propinas e malas de dinheiro a seus colaboradores mais próximos, como Geddel Vieira Lima e Rodrigo Rocha Loures, enquanto seu caso é apreciado pela Câmara dos Deputados.

Abaixo, nota da defesa de Battisti:

“Acerca das notícias sobre uma suposta revogação do refúgio concedido a Cesare Battisti, sua defesa entende ser imprescindível sua manifestação prévia em qualquer procedimento tendente a reabrir a discussão sobre sua extradição. EBattisti sequer foi intimado para isso.


A revisão da decisão presidencial não é mais possível, devido ao decurso do prazo e ao fato de não haver qualquer vício na conclusão final, como reconhecido pelo próprio Supremo Tribunal Federal.

A prescrição da pretensão punitiva pelos crimes a ele imputados no país de nascimento também impede sua extradição.

Confia-se, assim, que o Presidente da República, conhecido professor de Direito Constitucional, respeitará as normas brasileiras, mesmo diante de pressões políticas internas e externas.”
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