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Recontagem pedida pela oposição confirma vitória de Lenín Moreno nas eleições presidenciais do Equador

publicada em 20 de abril de 2017
Recontagem pedida pela oposição confirma vitória de Lenín Moreno nas eleições presidenciais do Equador
Redação (*) Opera Mundi

Candidato de Rafael Correa venceu a eleição com 51,16%, com 5.062.018 votos, contra 48,84% de Guillermo Lasso, do CREO-Suma, que teve 4.833.389



O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) do Equador confirmou na noite desta terça-feira (18/04) que Lenín Moreno, do Alianza Pais (AP, esquerda), venceu as eleições presidenciais do país, após uma recontagem parcial de votos do segundo turno. A reapuração havia sido pedida pelo candidato opositor, Guillermo Lasso (CREO-Suma, direita), que acusou fraudes no processo.

"Declaramos eleito no segundo turno das eleições gerais de 2017 (...) ao binômio presidencial Lenín Moreno Garcés, Jorge Glas Espinel, patrocinado pelo AP", afirma a resolução do CNE, lida pelo seu secretário, Fausto Holguín.
Lasso, que disputou o segundo turno com Lenín, alegou supostas irregularidades em 3.865 atas do total de aproximadamente 41 mil. O candidato de Rafael Correa venceu a eleição com 51,16%, com 5.062.018 votos, contra 48,84% do candidato do CREO (4.833.389 votos). Também informou que entre os 10.636.008 cidadãos que votaram , 69.436 foram em branco e 670.731 anularam.


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Agência Efe

Recontagem de votos confirmou vitória de Lenín Moreno no Equador
O presidente da CNE, Juan Pablo Pozo, agradeceu aos participantes da recontagem dos votos e defendeu que demonstraram ser "uma sociedade honesta, que respeita a democracia e que jamais será cúmplice de alguma fraude".

Já após a divulgação dos resultados da eleição, no último dia 2 de abril, Lasso falava em fraude e dizia que pediria a recontagem. Segundo o CNE, nada foi provado.
“Vamos defender a vontade do povo equatoriano frente a essa pretensão de fraude que tem como objetivo instalar um governo que seria, desde já, um governo ilegítimo”, afirmou.
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