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Política DF: PCdoB analisa se continua no governo de Ibaneis Rocha

publicada em 22 de maio de 2020
Política DF: PCdoB analisa se continua no governo de Ibaneis Rocha



Uma recusa do PCdoB-DF em sair do GDF poderá provocar um racha interno, com a saída dos ex-pepelistas. Há no interior do partido insatisfações pelas decisões tomadas pela cúpula, algumas, segundo Jango Filho, sem ouvir as instâncias internas. Ele cita a recusa do PCdoB e, mão assinar a medida judicial impetrada pelo PT, PSOL, PV, PDT, Rede e PSB contra o acampamento dos 300 e as passeatas contra a democracia.



Por Chico Sant’Anna

O Partido Comunista do Brasil, regional do Distrito Federal, (PCdoB-DF) decidirá se continua ou não na base de sustentação do governo de Ibaneis Rocha (MDB). Na segunda-feira, dia 18, o vice presidente do partido no DF, João Vicente Goulart, filho do ex-presidente João Goulart, encaminhou à instância maior do partido, que é o Comitê Regional, requerimento para que seja debatida a saída da agremiação do governo Ibaneis. O partido tem 60 dias para votar a proposta.

A proposição argumenta basicamente os seguintes pontos:

“O distanciamento das pautas essenciais progressistas do PCdoB na formação de uma Frente Ampla que abarque, além dos partidos de esquerdas outros do centro.
O distanciamento de Ibaneis do grupo de governadores, ao não assinar o manifesto pela democracia.
O não cumprimento da palavra do governador da reiteração dos companheiros do Partido Pátria Livre (PPL), que estiveram na luta desde que o Ibaneis tinha 2% ainda no primeiro turno das eleições e que após quatro reuniões com ele e com a Casa Civil não se materializam. Ao contrário, o que se vê é a exoneração dos poucos quadros que atuavam no GDF.
A dicotomia política de termos o secretário de Educação filiado ao, mas que na verdade não está lá apenas por ser “amigo” do governador. Não são consideradas as propostas de políticas educacionais do partido e são desprezadas as contribuições dos grandes quadros que o partido detém na área educacional, inclusive na Universidade de Brasília.
O risco eleitoral que o PCdoB corre junto à opinião pública, ao permanecer até 2022 abraçados a um governo de direita e de caudatários do mesmo, e não termos mais credibilidade sequer para montarmos chapas proporcionais com alguma densidade ideológica.”
O PCdoB, que nas eleições passadas coligou-se com o PSB de Rodrigo Rollemberg, entrou no GDF pelas mãos do Partido Pátria Livre (PPL), presidido por Jango Filho, mas que não conseguiu obter os votos necessários para consolidar a cláusula de barreira. Optou por se fundir aos comunistas. Desde o início do governo Ibaneis, o PPL ocupava a secretaria do Trabalho, na pessoa de seu candidato ao senado, João Pedro Ferraz.
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