Terça-feira, 12 de novembro de 2019.
Notícias ››   Imprensa on-line ››  

MOURÃO DIZ QUE BRASIL PODE ADERIR AO PROJETO CHINÊS DA NOVA ROTA DA SEDA

publicada em 23 de maio de 2019
MOURÃO DIZ QUE BRASIL PODE ADERIR AO PROJETO CHINÊS DA NOVA ROTA DA SEDA
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, encontra-se em visita oficial na República Popular da China, onde se mostrou aberto a participar do grande projeto de alcance mundial do gigante socialista asiático que consiste em parcerias para a construção de obras de infraestrutura, ampliação e intensificação do comércio mundial; isto abre uma dissidência no governo sobre a postura de submissão completa aos Estados Unidos representada por Bolsonaro






247 - O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, encontra-se em visita oficial na República Popular da China, onde se mostrou aberto a participar do grande projeto de alcance mundial do gigante socialista asiático que consiste em parcerias para a construção de obras de infraestrutura, ampliação e intensificação do comércio mundial. Isto abre uma dissidência no governo sobre a postura de submissão completa aos Estados Unidos representada por Bolsonaro.

Reportagem da jornalista Luiza Duarte na Folha de S.Paulo, na segunda-feira (20), Mourão sinalizou que o Brasil pode aderir à Nova Rota da Seda, uma iniciativa chinesa que retoma o espírito do comércio no antigo trajeto que unia Oriente e Ocidente na Idade Média.


Trata-se de um megaprojeto na área de infraestrutura, que vai interligar portos, ferrovias, estradas, aeroportos e telecomunicações para agilizar comércio chinês com o resto do mundo.

Mourão visitou a sede do Novo Banco de Desenvolvimento, o banco do Brics, bloco de países emergentes que reúne Brasil, Rússia ,Índia, China e África do Sul e se reuniu com o presidente da instituição.

Em entrevista à Folha de S.Paulo, José Buainain Sarquis, vice-presidente do NDB, afirmou que, caso o Brasil faça sua adesão à Nova Rota da Seda haverá uma maior integração entre os países membros do Brics.


De acordo como a reportagem, o vice-presidente vai entregar uma carta pessoal do presidente Jair Bolsonaro ao presidente chinês Xi Jinping e presidir a plenária da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), mecanismo paralisado há quatro anos.

Versão para impressão Envie para um amigo Deixe seu comentário
247

Envie esta notícia para seus amigos

Seu nome:
Seu e-mail:
Enviar para:
envie para vários e-mails separando-os com vírgula

Deixe seu comentário sobre esta notícia

Seu nome:
Seu e-mail:
Escreva seu comentário:
0 caracteres utilizados. Máximo 100 caracteres.

Digite o código contido na imagem ao lado:
Caso não consiga ler o texto da imagem, clique aqui.

Comentários

Nenhum comentário ainda foi registrado.
Seja o primeiro a comentar! Clique aqui ››

Contato

Telefone
(61) 35418388
(61) 93094422