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Bolsonaro/Globo

publicada em 06 de fevereiro de 2019
Bolsonaro/Globo
Por Artigo do Narciso

Você pagou com traição a quem tanto lhe deu a mão. . Beth Carvalho.








O que o Grupo Globo de Comunicação vem fazendo com os ex-presidentes, Lula da Silva e Dilma Rousseff, decerto, pior fará com o presidente Jair Bolsonaro, até porque, se nos governos petistas, o citado grupo além de abocanhar a quase totalidade dos bilhões de reais que eram destinados para custear suas publicidades, e nada acontecia em nosso país sem antes ter sido anunciado, quando não no “Bom Dia Brasil, certamente, no “Jornal Nacional”, e ao serem afastados do poder, passaram a ser impiedosamente massacradas, o que irá fazer com o ex-presidente Jair Bolsonaro, ou seja, quando se afastar do poder, “até o diabo irá ter pena”.

Nos últimos 50 anos, qualquer que fosse o regime instalado, e fosse quem fosse o nosso presidente, nada acontecia no nosso país que pudesse ameaçar os interesses do Grupo de Comunicação, notadamente, quando seus interesses eram defendidos pelo magnata Roberto Marinho, o brasileiro que, no decorrer do século XX, por mais tempo, esteve no poder.

. À propósito, foi entre os 1964/1884, ou mais precisamente, ao longo dos 20 anos de vigência do nosso não saudoso regime militar de 64 que o referido grupo tornou-se monopolista dos nossos meios de comunicação, diga-se de passagem, uma afronta a nossa própria democracia e uma agressão a nossa constituição. Vejamos;

. Coincidências à parte, a implantação da TV-Globo, em 1965, e a morte de Assis Chateaubriand, em 1968, o todo-poderoso controlador dos Diários Associados, o maior grupo de comunicação da América Latina, em muito contribuíram com a construção do referido monopólio, até porque, não fosse à citada morte, o Dr. Roberto Marinho teria enfrentado um concorrente à altura das suas ambições e expertises.

O Grupo Globo não apenas apoiou o golpe que culminou na deposição do então presidente João Goulart, como apoio o regime imposto pela chamada revolução de 64, por longos 20 anos e com a mais absoluta lealdade. À propósito, o Dr. Roberto Marinho era considerado como o único general civil a ter participado de todas as suas fases, e tudo que fazia, dizia fazer em nome da nossa democracia. Quanta desfaçatez!

Se os ex-presidentes Lula da Silva e Dilma Rousseff dispensaram a melhor dos tratamentos ao Grupo Globo e ora estão sendo impiedosamente massacrados, caso se torne um “lame duck”, aportuguesando-se, um “pato manco”, expressão que se aplica aos presidentes politicamente enfraquecidos, mas certamente, quando se despedir do poder, volto a repetir, “até o diabo vai ter pena” do hoje presidente Jair Bolsonaro, notadamente, se o referido grupo continuar mantendo o monopólio dos nossos meios de comunicação.

A disputa de poder entre o Grupo Globo e o presidente Jair Bolsonaro, em se tratando de uma briga de gigantes, terá potencial para devastar o cenário no qual irá se desenvolver. 
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