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João Goulart Filho: “É um absurdo atrelar o preço dos combustíveis ao dólar”

publicada em 27 de maio de 2018
João Goulart Filho: “É um absurdo atrelar o preço dos combustíveis ao dólar”
Por Hora do Povo Publicado


João Goulart Filho, candidato do Partido Pátria Livre (PPL). Foto: Divulgação



João Goulart Filho, pré-candidato a presidente pelo Partido Pátria Livre, manifestou, na quarta-feira (23), seu total apoio à greve dos caminhoneiros contra os preços abusivos dos combustíveis. “É um absurdo atrelar o preço do diesel e da gasolina ao dólar”, disse ele. “Isso é de uma irresponsabilidade sem tamanho com a população e com os caminhoneiros que transportam cargas, mercadorias e insumos pelas estradas brasileiras”, acrescentou.

João Goulart destacou que “o país já está em crise e não suporta uma política como esta. O Planalto não pode impor à sociedade uma política que tem como resultado uma disparada incontrolada nos preços”. “O governo diz que os preços dos combustíveis têm que estar alinhados com o preço internacional do petróleo. Só que o resultado deste ‘alinhamento submisso’ é a disparada nos preços. A cada vez que se vai ao posto de gasolina, o preço do litro está maior. São aumentos sucessivos”, denuncia Goulart.

Para ele, Pedro Parente, presidente da Petrobrás, “está podendo manter essa política de achaque à população porque conta com a anuência do governo”. “Além de entregar ativos da estatal e cortar os investimentos da empresa, Parente prejudica o país, a economia e a população. Faz tudo isso só para garantir dividendos aos acionistas da empresa, boa parte deles estrangeiros”, prosseguiu Goulart.

“E é importante assinalar que não é só o usuário de automóveis e os caminhoneiros que estão sendo atingidos. Estes, é verdade, estão sentindo mais de perto as conseqüências dessa política, mas, toda a economia do país está sendo afetada por essa insanidade”, observou o pré-candidato. “Todos os fretes aumentam de preço por conta da alta nos combustíveis e, com isso, sobem também os preços finais dos alimentos”, assinalou João Goulart Filho. Ele concluiu dizendo que a saída é o controle dos preços e não a redução de impostos, como PIS e Cofins, que, além de prejudicar a arrecadação da Previdência, não resolve o problema, porque os preços seguem variando com a especulação financeira e cambial.
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