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CUT define estratégia de luta contra ataques aos trabalhadores e à democracia

publicada em 04 de março de 2018
CUT define estratégia de luta contra ataques aos trabalhadores e à democracia
Central aprovou três eixos prioritários: combate à reforma Trabalhista; mobilização dos sindicatos contra os golpistas e suas reformas, e o direito de Lula se candidatar nas próximas eleições


Escrito por: Marize Muniz

ROBERTO PARIZOTTI

A prioridade da Centra única dos Trabalhadores este ano tem três eixos essenciais: 1) ampliar a Campanha pela Anulação da Reforma Trabalhista, que entrou em vigor em 11 de novembro do ano passado, com a coleta de 1,3 milhão de assinaturas, para viabilizar um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que propõe a revogação da nova legislação; e levar o debate sobre os prejuízos da nova lei para todos os fóruns, não apenas o Judiciário; 2) organizar e mobilizar mais ainda todos os sindicatos CUTistas para o enfrentamento contra os golpistas e sua avalanche de reformas que atacam única e exclusivamente os direitos sociais e trabalhistas; 3) aumentar o diálogo com a sociedade sobre o direito do ex-presidente Lula ser candidato nas eleições deste ano e a relação desse direito como a principal luta pelo resgate da democracia brasileira. Para a CUT, eleição sem Lula é fraude!

Essas foram algumas das resoluções tomadas pela direção executiva da CUT, que se reuniu nesta quarta-feira (28),em Cajamar, para discutir estratégias de enfrentamento aos ataques contra os direitos da classe trabalhadora e a democracia brasileira.

Para a CUT, o combate à perseguição a Lula é o centro da luta pela democracia brasileira neste momento em que os líderes do golpe de Estado governam o país e se aliam a parte do Judiciário e à mídia conservadora para impedir que o ex-presidente seja candidato e vença as eleições, como indicam todas as pesquisas de intenções de votos que foram feitas desde o fim do ano passado.

“O risco para eles é Lula vencer e, mais uma vez, implementar um projeto de desenvolvimento econômico e social, com justiça, inclusão e distribuição de renda”, diz o presidente da CUT, Vagner Freitas, que acrescenta: “a elite econômica não suporta o fato de Lula ter acabado com a submissão dos trabalhadores e trabalhadoras que viviam nas senzalas”.

A estratégia da CUT em tornos das prioridades deste ano inclui mobilizações, atos, debates e diálogos com a sociedade no Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, durante o Fórum Social Mundial e o Fórum Alternativo Mundial da Água, que também serão realizados em março, e o Congresso do Povo, em junho.

Nesses espaços, a CUT fará intervenções expondo a posição da Central contra o neoliberalismo, que sufoca a classe trabalhadora, acabando com emprego de qualidade, reduzindo a renda, tentando acabar com a aposentadoria de milhões de brasileiros; contra o Estado de exceção, em defesa da democracia e dos direitos da classe trabalhadora.

Nos dois fóruns, que terão delegações de vários países, também serão espaços importantes de fortalecimento dos comitês em defesa de Lula e da democracia que estão sendo criados em todo o mundo.

A executiva da CUT decidiu ainda divulgar uma nota de apoio ao ex-governador da Bahia, Jaques Wagner e em defesa da democracia.
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