Segunda-feira, 18 de dezembro de 2017.

A LUTA POR UMA NAÇÃO REPUBLICANA

publicada em 15 de novembro de 2017
A LUTA POR UMA NAÇÃO REPUBLICANA

Miguel MANSO, Ppl.



Há 128 anos o Brasil iniciaria sua fase republicana.
Colocar a “coisa pública”, ou mais propriamente, o “interesse público” no centro da vida e da política na construção da Nação tem sido um desafio para os brasileiros, bem como para toda a humanidade.

As oligarquias acostumadas a servir-se do povo e das riquezas do Brasil tem resistido e corrompido ao máximo o caminho republicano. Lutar pela República sem lutar pela soberania, pela democracia e pelo povo no poder é apenas um compromisso formal com a palavra e seu significado.

Com o Golpe de 64 e o afastamento do presidente democraticamente eleito João Goulart, sob o pretexto que o Brasil caminhava para um regime comunista, sindicalista, populista, patrocinado por interesses estrangeiros e oligárquicos, afastou o povo do poder com violência e interrompeu-se um ciclo de desenvolvimento nacional, com progresso econômico e ganhos efetivos para os trabalhadores e o povo brasileiro. O salário mínimo foi achatado a menos de um décimo, os sindicatos perseguidos, as organizações e os partidos progressistas fechados e cassados. Foram 24 anos de luta para reconquistar o direito de eleger um presidente e lutar por uma NOVA REPÚBLICA.

As elites se rearticularam e elegeram, com um discurso contra a corrupção no Estado, os Marajás e contra a política de proteção a indústria nacional, Collor chegou ao poder para rasgar a Constituição de 1988, confiscar a poupança dos trabalhadores, escancarar o país para o capital estrangeiro, seus bancos e monopólios, e iniciar a PRIVATIZAÇÃO da REPÚBLICA.

Foi preciso derrubá-lo. Logo todos perceberam que, na verdade, sob o discurso privatista havia uma quadrilha de políticos a receber propinas nas tenebrosas transações, fenômeno que só se agravou ao longo do tempo e das privatizações.

FHC prosseguiu com essa ladainha antinacional, antidemocrática e nada republicana, avançou a PRIVATIZAÇÃO da REPÚBLICA. Bancos e fundos estrangeiros foram crescentemente se apoderando da “coisa pública”, agora com o discurso refinado de que vender o patrimônio nacional era o caminho para combater a ineficiência do Estado, a corrupção, e claro com esse dinheiro se pagaria a enorme dívida pública, se financiariam as estradas, a educação, a saúde, porque o Estado não sabe administrar, isso deve se deixar para o MERCADO. A realidade só fez demostrar o contrário, quanto mais avançaram as PRIVATIZAÇÕES, mais aumentou a dívida pública, mais aumentou a ineficiência do estado, mais pioraram a saúde, a educação, a segurança, mais aumentou a sanha voraz do que querem roubar os direitos do povo e voltar aos tempos da escravidão. Desgastado FHC comprou deputados para reeleger-se mas não impediu que o ciclo tucano chegasse ao fim.

Lula foi ao poder com a esperança do povo de que os trabalhadores enfim lá chegaram. Após alguns anos de interrupção no ciclo de PRIVATIZAÇÃO da REPÚBLICA, as oligarquias encontraram o meio de corromper Lula e toda a cúpula petista. Com o discurso de fazer as “multinacionais brasileiras” e dar “tranquilidade ao mercado” em troca de apoios e “ricos financiamentos eleitorais”, de um tríplex, um sitio, um apto conjugado e palestras milionárias. Lula usou o BNDEs, os Fundos de Pensão, o FGTS, os bancos públicos, as compras da Petrobras, pagou os juros mais caros do planeta, direcionou o privilégio na obtenção de empréstimos, deu bilionárias isenções fiscais, levou Temer e sua quadrilha ao poder no Congresso Nacional e depois na Presidência, colocou o banco central na mão do Meirelles, elegeu Dilma que por fim entregou o maior e mais rico campo de petróleo do Brasil – o campo de Libra, que retomou o caminho das privatizações com as parcerias público privadas e engordou meia dúzia de empresários corruptos, que com seus “departamentos estruturados” selaram o destino de Lula, do PT, do PMDB, do PSDB e seus partidos aliados ao lixo da história.

Lula, Dilma, Temer, Aécio, Cunha tornaram-se símbolos da mais corrupta elite política que o Brasil quer se livrar.

Não lhes restou outro destino do que aprofundar as mentiras, conspirar e continuar a aprovar medidas para impedir o acesso dos partidos que se organizaram para resistir ao assalto da PRIVATIZAÇÃO da RÉPUBLICA, retirar direitos dos trabalhadores, dos aposentados, acelerar as PRIVATIZAÇÕES, corromper e corromper a política e o estado nacional.

Nos últimos três anos o Brasil tem feito da luta contra a corrupção e o apoio a Moro e a Lava Jato o centro da luta política nacional.
Derrubar a fétida e moribunda quadrilha do PT/PMDB/PSDB e seus apoiadores e colocar na cadeia todos os que se envolveram com a corrupção estruturada tem sido a luta central.

Foi o que deu a conciliação com a PRIVATIZAÇÃO da REPÚBLICA e seus arremedos de teoria econômica, tripé de inflação, juros altos e controle monetário, ajuste fiscal, reforma trabalhista e previdenciária, governar para a banda podre do empresariado e oligarquias rentistas e parasitárias nacionais e estrangeiras, acostumadas ao enriquecimento com base na pilhagem do que é do povo.

Derrotar e punir exemplarmente as quadrilhas de corruptos e corruptores, limpar o Estado e o Congresso Nacional, retomar a propriedade roubada pelas tenebrosas e corruptas PRIVATIZAÇÕES, reduzir os juros a patamares internacionais, defender a soberania da Nação, distribuir a riqueza nacional e impedir sua concentração nos cartéis usurpadores, fortalecer o mercado interno as empresas públicas e as milhares de empresas nacionais produtivas, combater o rentismo, a especulação e o ganho fácil, retomar a capacidade de investimento e gestão pública, aumentar a democracia e participação do povo na gestão e controle do Estado, fortalecer a organização do povo e sua participação nas decisões nacionais.

Recolocar o Brasil no caminho da SOBERANIA, da DEMOCRACIA POPULAR e da REPÚBLICA é o nosso compromisso.
VIVA A REPÚBLICA NACIONAL DEMOCRÁTICA E POPULAR DO BRASIL!

PÁTRIA LIVRE!
VENCEREMOS!

Miguel Manso
Secretário Nacional de Organização do PPL54
Presidente do PPL54 no Estado de SP
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IPG, Partido Patria Livre

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