Terça-feira, 21 de novembro de 2017.

Precisa-se de um matador de aluguel.

publicada em 31 de outubro de 2017
PRECISA-SE DE UM MATADOR DE ALUGUEL

"Desde 1968, quando os militares resolveram dar início à inserção do Brasil entre os países que detêm a tecnologia nuclear (hoje somos um dos quatro únicos que detém a tecnologia de todo o ciclo de processamento e utilização do Urânio), os norte-americanos nos pressionam.
Por este motivo destruíram o Iraque e o Afeganistão e querem destruir a Coréia do Norte.
O Brasil? Nunca pensaram em atacar, sabem que aqui é só comprar políticos, haverá sempre um mercenário corrupto de plantão e um povo para apoiá-lo.
Os militares brasileiros resistiram.
Veio Sarney, um dos grandes da ditadura, contraditoriamente fazendo um dos mais democráticos governos que tivemos, e resistiu.
Veio o destrambelhado Collor, pregando e praticando o neoliberalismo, mas resistiu.
E Itamar, o nacionalista meio neoliberal meio patriota, acendendo uma vela para Deus e outra pro capeta, e resistiu.
Veio FHC, o Chicago’s Boy, e passou oito anos sonhando, ambicionando, desejando, em tesão explícito, entregar a nossa tecnologia nuclear aos Estados Unidos, mas militares nacionalistas não deixaram, como não deixaram ele anexar um pedaço do nordeste (Alcântara) a território dos States.
Veio Lula, e não só se lixou para as pretensões norte-americanas, como investiu em novas pesquisas.
Veio Dilma e manteve a política do setor, fazendo aporte de mais grana para a área, assinando acordo com os franceses, para a construção do nosso primeiro submarino atômico, com reator 100% brasileiro, construído aqui, com tecnologia brasileira (isso bem dá a dimensão do quanto estamos adiantados neste campo tenológico).
Agora... Não foi necessária nenhuma pressão. Temer e Aloysio Nunes foram a Washington e assinaram o tratado que todos se recusaram a assinar: a partir de agora os militares e cientistas norte americanos têm acesso a todos os nossos estudos e planejamentos, podendo copiá-los e realizar visitas in loco, nas nossas usinas atômicas, controlando tudo.
Assumimos também o compromisso de não fabricar o submarino nuclear.
O silêncio dos militares e da mídia foram aval e subscrição.
A nossa maior autoridade – e uma das maiores do mundo, em energia nuclear, Almirante Otho, está preso nos cárceres de Curitiba, por sentença do norte americano Sérgio Fernando Moro.
Já o povo... Está dividido entre o campeonato brasileiro de futebol, os realities shows, bailes funks, cultos, forrós... Para honra e glória do nosso senhor Estados Unidos.
Ter consciência, hoje, no Brasil, é o pior castigo".

Francisco Costa
Rio, 29/07/2017.
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No Whatsapp, Francisco Costa Rio, 29/07/2017.

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