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O verdadeiro Gigolô da Mídia

11 de abril de 2014
O VERDADEIRO GIGOLÔ DA MÍDIA



         Li  nos editoriais do “O Globo” artigo intitulado “Os gigolôs da história”, de Marco Antonio Villa. Sinceramente não esperava nada deste indivíduo a não ser a dor que demonstra ao ver a história se impor 50 anos depois, tal qual ele não queria.
O desmerecimento do debate e reflexão que o país vem fazendo ao encontrar-se novamente com sua história produzem repulsos e tremeliques ao verdadeiro gigolô da mídia, ele próprio.
Por certo e seu enfado não se deve ao seu reacionarismo serviçal e sim ao desmascaramento que a propia história vem fazendo a sua surrada tese do “contragolpe” que durante anos ele elaborou para seus empregadores e financiadores do golpe e da quebra constitucional. Sequer o Estadão segura mais essa tese ultrapassada, surrada e mentirosa.
Sabemos que ele como “estoriador” e “distorcedor” da história, a anos vem defendendo o  autoritarismo e as elites que mergulharam o Brasil nas trevas, sempre bem pago por sinal, mas figurinha carimbada da direita que todos conhecemos, símbolo do poder da mídia e dos covardes que atrás dela se escondem pensando que a prepotência mediática que lhes da guarida é eterna.
Não é de hoje que conhecemos sua verborreia. Chega ao ridículo de construir a irmandade xipófaga entre Marighella e Garrastazú Médici, de completo mal gosto e de uma ironia rudimentar. Cita relatos de terceiros quando quer denegrir a imagem de Jango, tão vilipendiada e escondida pela ditadura através de serviçais “estoriadores” que servem apenas para usar a caneta cúmplice de seus empregadores.
Tratar o golpe como um breve “interregno militar”, necessário para a redemocratização em 1965 é o mesmo que justificar uma “torturinha” na “ditabranda” brasileira; ele avalia as ditaduras pela pilha de cadáveres empilhados e não pela tragédia que elas impõe aos cidadãos que lutam pela liberdade e pela democracia.
O que discutimos hoje e que dói no Sr. Villa não é a queda de Jango e sim a reforma do Estado, tão necessária nos dias de hoje para diminuir os privilégios das elites que o Sr. Villa defende. Privilégios políticos, econômicos e mediáticos de 11 famílias, empregadoras deste senhor e que juntas detém o monopólio da informação de 90% dos veículos de comunicação em um país de duzentos milhões de brasileiros. Quem são os gigolôs da história? Não é difícil imaginar quem anda pendurado nas tetas das elites.
A própria Globo já fez a “mea-culpa” com a sociedade brasileira. Lamentavelmente seus gigolôs americanos continuam a destratar uma realidade que não queriam ver: o debate limpo e ideológico, de agora e de antes, de um Brasil que 50 anos depois está colocando o ponto nos “IS” que alguns “estoriadores” esqueceram.
Hoje sabemos quem escondeu a história e sabemos quem a desvirtuou. Sabemos quem são os gigolôs e do ventre de onde saíram, sabemos que batalhões de artigos e contos não precisam mais de suas canetas, nos basta um grito e uma web para desmascarar mal paridos.
Hoje existem certos meios de comunicação e certos autores que quando cospem essa verborragia contra Jango não mais nos atingem, como o Sr. Villa; hoje ser esculhambados por suas canetas e artigos não mais é preocupação para ninguém que lutou contra a ditadura que eles defendem como viúvas do autoritarismo.
Hoje ser enxovalhados por eles e seus empregadores é currículo!
 
João Vicente Goulart
Diretor IPG, Instituto presidente João Goulart.
postado por Joao Vicente Goulart às 18:59

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