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VEJA protege o Partido Socialista Brasileiro através da defesa de Marina.

16 de setembro de 2014

VEJA protege o Partido Socialista Brasileiro através da defesa de Marina.

A capa da Veja defendendo a socialista Marina é folclórica.

A vezes realmente penso que o Brasil mudou. Se não for um saco de gatos, é muito estranho o que estamos presenciando na mídia empresarial brasileira nestes momentos finais de primeiro turno.
Veja, O Globo, Estadão, Folha, Zero Hora, etc., etc. estão morrendo de amores pelo socialismo brasileiro de uma forma tão apaixonada que as vezes penso que Marx se infiltrou nas hastes empresariais e golpistas brasileiras de todas as horas e passou a ser reverenciado pela posição meritocrática (do lucro evidentemente) destes “docinhos” que apoiam Marina no Partido Socialista Brasileiro.
A torcida é tanta que temos ,evidentemente, que desconfiar destas posições “socialistas” e perguntarmos: - A serviço de quem elas se encontram?
A fadinha da floresta derrapou no seu “socialismo”.
A sociedade brasileira deveria perguntar ao atual presidente do Partido Socialista, Roberto Amaral, se a independência do Banco Central na condução da política econômica do país que colocará juros, política cambial, fiscal e condução dos parâmetros inflacionários do Brasil a bel prazer dos interesses de conglomerados e grupos financeiros e que querem o controle da economia, é para valer ou para agradar bancos e mídia?
E como ficará a geração de empregos? Através da derrubada da CLT, via “flexibilização” da legislação trabalhista , que é hoje uma euforia constante dos irmãos Setúbal de fazer da força do trabalho apenas um índice flutuante do balanço comercial das empresas, dependendo do mercado, dirigido pelos privilégios dos mercados e orientado pelo mercado e seus pares? É para valer ou é uma concessão ao Itaú?
E o posicionamento do PSB ao bombardeio sistemático da Petrobras para gerar um sentimento de demérito da Estatal com o fim específico de, uma vez apossados do governo federal, colocar a sua privatização em pauta e retirar a exploração do pré-sal do controle do povo brasileiro, nenhuma palavra?
E a defesa intransigente da “socialista Marina” dos povos da floresta, das matas amazônicas, dos seringais, dos povos indígenas que se contrapõe radicalmente com o apoio que a candidata busca na monocultura do agronegócio que agora bajula com empenho e determinação. É para valer ou é eleitoreiro?
Ou será que ela virou transgênica?
Seria bom perguntar também se o projeto “REDE” ficou para trás ou continua sendo uma exigência dos seguidores de Marina e teríamos , após sua posse , a primeira Chefe de Estado e Governo a dar as costas ao partido que a elegeu? Haverá uma ruptura com os socialistas autênticos e após implantadas estas medidas reacionárias o PSB se lavará as mãos e falará como Poncio Pilatos?
O prêmio Goldman, dado a Marina como ambientalista e militante cuja origem (Levy´s Strauss) é bem conhecida e ligada ao fundo Soros , será uma porta ainda mais aberta para milhares de ONG´s internacionais que atuam e contrabandeiam fórmulas de nossa Amazônia?
É estranho ela querer colocar fim a “velha política” dizendo por aí que vai governar com os melhores quadros do país, que vai chamar Lula e Fernando Henrique para o mesmo campo da governabilidade. Por que então não diz que o melhor seria convocar uma Constituinte, de preferência uma que seja participativa e não apenas representativa destas figurinhas "do bem" de quem tanto fala?
É, o Brasil está mudando. Depois que a VEJA defende com unhas e dentes a fada verde da floresta e o Partido Socialista Brasileiro, claro, sem mexer nos meios de produção, Marx agora vai ressuscitar, como banqueiro e de preferência no Brasil.

João Vicente Goulart
Diretor IPG- Instituto João Goulart
postado por Joao Vicente Goulart às 01:36