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Neto de Jango se forma médico em Cuba

20 de março de 2013
Neto de João Goulart se forma este ano na Escola de Medicina de Havana, Cuba
<div cor4_txt"="">publicada em 18 de março de 2013</div> <br> <br> <img src="http://www.institutojoaogoulart.org.br/upload/noticias/130318210520_130318123023_14764664.jpg" _cke_saved_src="http://www.institutojoaogoulart.org.br/upload/noticias/130318210520_130318123023_14764664.jpg" border="0"><strong><br> Neto de João Goulart se forma este ano na Escola de Medicina de Havana, Cuba<br> João Marcelo (mais alto) entre colegas da Escola Latino Americana de Medicina de Havana (ELAM)<br> Foto: Arquivo pessoal / Arquivo Pessoal </strong><br> <br> João Goulart está prestes a conquistar o diploma de médico em Cuba. Não se trata, é claro, do João Goulart que foi deposto da Presidência da República pelo golpe militar de 1964 e morreu de infarto em 1976. Quem logo vai receber o canudo é João Marcelo Goulart, 24 anos, neto do líder trabalhista brasileiro que inicia sua vida profissional justamente em um dos símbolos da esquerda mundial: no país de Fidel Castro.<br> <br> As semelhanças entre avô e neto vão muito além de nome e sobrenome. Os dois não se conheceram, mas nasceram no mesmo dia: 1º de março. A queda de Jango marcou o início de um dos momentos mais conturbados do país, quando os brasileiros perderam o direito de escolher os governantes.<br> <br> Num desses acasos que ninguém explica, João Marcelo nasceu no ano em que a população voltou a votar para presidente, em 1989. Jango era gaúcho de São Borja. João Marcelo é maranhense de São Luiz. Nasceu longe do Rio Grande do Sul porque os pais viajaram para o Maranhão para cuidar de uma das fazendas da família.<br> <br> <br> — Apesar de ser de São Luiz, me considero um autêntico gaúcho: minhas tradições e valores estão todos no Rio Grande do Sul — fala João Marcelo, que toma seu chimarrão todos os dias em Havana.<br> <br> Aos dez anos, João Marcelo se mudou com a família para o Rio de Janeiro, onde virou remador do Botafogo. Ainda na adolescência, passou a acompanhar o pai João Vicente (filho mais velho de Jango) nas reuniões do PDT, filiou-se à legenda e conseguiu dela a indicação para uma das vagas na Escola Latino Americana de Medicina de Havana (Elam). Passou pelas provas e entrevistas e embarcou em 28 de fevereiro de 2007. Completou 18 anos no avião. E lá se vão seis anos.<br> <br> João Marcelo nega que ser neto de um ex-presidente brasileiro que tinha simpatia pelo governo cubano tenha lhe aberto portas. Vive sem grandes luxos, come o tradicional arroz e feijão. Para ir e voltar do hospital onde faz residência, pedala cerca de oito quilômetros por dia. Quando chove, usa o ônibus.<br> <br> Nem pensar em táxi. Talvez a única regalia seja a casa onde vive. Para ter um pouco mais de conforto, trocou o alojamento da Elam pelo piso térreo da casa de um ex-militar em El Vedado, bairro de classe média-alta de Havana. Divide o espaço com a namorada equatoriana.<br> <br> A exemplo do avô, João Marcelo vê com bons olhos o regime socialista implantado em Cuba. Os irmãos Castro, do outro lado, sempre viram em Jango um dos líderes de esquerda na América Latina, apesar de no governo dele (de 1961 a 1964) não ter havido nenhum grande gesto pró-Cuba.<br> <br> — A melhor parte do socialismo existe neste país, que é a socialização da educação, da saúde, acesso a cultura, trabalho, esporte — avalia João Marcelo.<br> <br> Mesmo com o discurso politizado e de ainda ser filiado ao PDT, João Marcelo não tem pretensões políticas. Quer trabalhar com medicina humanitária, viajar pelo mundo levando assistência a carentes. Esta deveria ser a vontade do avô.<br> <br> — Jango sempre teve os objetivos muito claros, lutou pelo que acreditava, tanto que morreu. Eu sempre imaginei como seria conhecer meu avô. Aprender dele. Vejo meu vô como alguém muito sábio e coerente. Falta um pouco de Jango hoje em dia — afirma.<br> <br> João Marcelo volta ao Brasil no final de julho. A formatura, que deve levar boa parte da família Goulart a Cuba, está marcada para 16 de julho.<br> <br> <img src="http://www.institutojoaogoulart.org.br/upload/noticias/130318210821_130318123350_14764659.jpg" _cke_saved_src="http://www.institutojoaogoulart.org.br/upload/noticias/130318210821_130318123350_14764659.jpg" border="0"><br> <br> João Belchior Marques Goulart nasceu em São Borja (RS) em 1º de março de 1919. Depois de uma carreira parlamentar, foi nomeado, em 1953, ministro do Trabalho de Getúlio Vargas. Em 55, já considerado principal nome trabalhista do país depois do suicídio de Getúlio, foi eleito vice-presidente do Brasil. Em 1960, foi novamente eleito vice-presidente. Em 7 de setembro de 1961, com a renúncia de Jânio Quadros, assumiu a Presidência. Em 1° de abril de 1964, foi deposto pelo Golpe Militar e deixou o país imediatamente. Exilou-se no Uruguai. Morreu em Mercedes, na Argentina, em 6 de dezembro de 1976. A causa da morte foi infarto. Rosane Felthaus | rosane.felthaus@diario.com.br <br> <br> <img src="http://www.institutojoaogoulart.org.br/upload/noticias/130318210706_130318123515_14764656.jpg" _cke_saved_src="http://www.institutojoaogoulart.org.br/upload/noticias/130318210706_130318123515_14764656.jpg" border="0"><br> João Marcelo (E) com o pai, João Vicente, a madrasta<br> e a namorada.<br> Foto: Arquivo pessoal<br> <br> <br> Há seis anos no país de Fidel Castro, o estudante de Medicina João Marcelo Goulart se prepara para a formatura, marcada para o final de julho deste ano. Nesta entrevista, o neto do ex-presidente João Goulart — que morreu em 1976 — fala sobre a rotina em Havana, a visão sobre o país que o acolheu e a imagem que tem do avô célebre. Por telefone, ele também comentou o atraso tecnológico cubano e o embargo econômico dos Estados Unidos a Cuba.<br> <br> Diário Catarinense – Desde quando vocês está morando em Cuba?<br> <br> João Marcelo Goulart – Estou aqui desde 1º de março de 2007, meu aniversário. Vim com outros cem brasileiros.<br> <br> DC – Estudar Medicina em Cuba sempre foi sua meta?<br> <br> João Marcelo – Sempre fui muito bem nos estudos. E era remador. Meu clube, o Botafogo, ofereceu uma bolsa para estudar Medicina em uma faculdade particular no Rio. Recusei. Minha meta, objetivo de vida, era estudar em Cuba.<br> <br> DC – A família o apoiou quando decidiu fazer Medicina? Ninguém nunca aconselhou a seguir a carreira política?<br> <br> João Marcelo – A maioria apoiou, principalmente mãe, pai e irmãos. Mas teve gente que disse que não aguentaria a pressão, não conseguiria viver num país como Cuba, com tanta miséria. Essa questão da miséria, aliás, merece até umas aspas. É normal as pessoas pensarem que Cuba é um país miserável porque é o que se mostra na mídia. Mas é informação distorcida.<br> <br> DC – Mas também não se pode dizer que Cuba não tem problemas.<br> <br> João Marcelo – O problema é que no Brasil a imagem que se tem de Cuba é de miséria, que as pessoas passam fome, não têm acesso à saúde, o salário é muito baixo. E não é bem assim. Há certas coisas que não dependem do governo cubano. Hoje, como ainda há o bloqueio (embargo dos EUA a Cuba), não se tem acesso ao desenvolvimento tecnológico dos países de primeiro mundo. Há estudos que mostram que Cuba está pelo menos 60 anos atrasada tecnologicamente.<br> <br> DC – Onde se vê atraso tecnológico?<br> <br> João Marcelo – Vejo claramente na rua. Os carros são o grande exemplo. A maioria é das décadas de 1950, 60 e 70. Para consertar um desses carros, inventam peças. Cuba é uma ilha, tem solo pobre, não tem recursos naturais e ainda enfrenta o bloqueio. A internet ainda é discada.<br> <br> DC – Como é o seu dia a dia? Mora em alojamento?<br> <br> João Marcelo – Moro na casa de um ex-militar aposentado. Jesus Filles, que foi das tropas de Fidel Castro. Vim morar aqui entre o terceiro e quarto ano de faculdade. No início, passei dois anos morando em alojamento da própria Elam. São quartos simples, divididos por até dez pessoas.<br> <br> DC – Você tem bolsa?<br> <br> João Marcelo – Sim. Dão bolsa que inclui tudo, desde o estudo até o material e uniforme. Também tenho ajuda de custo que equivale, em média, a R$ 50 mensais. Ao contrário do Brasil, dá pra fazer bastante coisa com esse dinheiro.<br> <br> DC – Em que área pretende se especializar? Será feita no Brasil?<br> <br> João Marcelo – É medicina interna. O médico estuda cardiologia, nefrologia, neurologia, de tudo para poder dar o diagnóstico quando ninguém pode. Associa todos os sintomas para dar o diagnóstico.<br> <br> DC – E depois dessa especialização, fica no Brasil?<br> <br> João Marcelo – Uma das coisas que me motivaram a buscar o curso foi a ideia de fazer a medicina humanitária, levar a medicina a lugares onde não se têm acesso a médicos e não fazer isso só no Brasil. Quero passar um bom tempo no Brasil, mas também ser do Médico sem Fronteiras.<br> <br> DC – Que imagem tem do seu avô?<br> <br> João Marcelo – Admiro muito a pessoa que foi o Jango. Seus ideais, atitudes. De tudo o que ouvi e li e aprendi, digo que admiro muito a pessoa dedicada e a pessoa centrada. Jango lutou pelos objetivos dele e sempre os teve muito claros. Lutou pelo que acreditava, tanto que morreu. Sempre imaginei como seria conhecer meu avô. Aprender ouvindo dele. Vejo meu avô como alguém muito sábio e coerente.<br> <br> DC – E o governo Jango?<br> <br> João Marcelo – Buscou o lado social, a unidade do povo brasileiro e da América Latina. Vejo um presidente que, apesar de ter passado quase 50 anos, é um presidente que se encaixaria muito bem ainda. Faz falta um presidente e políticos com a atitude de Jango. Não só pelo fato de que hoje os políticos falam e não fazem. Falta alguém que lute pelo povo. Hoje, a dita esquerda e social, no final parece mais um governo populista. Não precisa nem falar em socialista para não agredir o outro lado da moeda. Falta atitude em nome e defesa do povo brasileiro. Falta um pouco de Jango hoje em dia.<br> <br> DC – Qual a reação dos colegas quando sabem do parentesco?<br> <br> João Marcelo – Já é comum. Passaram-se seis anos, todos sabem e não é segredo. Mas no início muita gente perguntava como é ser neto de Jango, como era o Jango, o que dizia, essas coisas. A maioria das pessoas aqui é bem politizada.<br> <br> DC – Ser neto de um ex-presidente brasileiro que tinha simpatia pelo governo cubano abriu portas?<br> <br> João Marcelo – Não. Foi o que menos pesou. A seleção é muito rígida. Nunca comentei com ninguém que sou neto de ex-presidente. Acabaram descobrindo. Não tenho também motivos para esconder. Só não anuncio por aí. E é incrível ver que, em Cuba, as pessoas conhecem mais da história do Brasil do que os brasileiros.<br> <br> A Saúde cubana<br> <br> A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera Cuba a nação mais bem organizada e preparada quando o assunto é medicina. Investe pelo menos 10% do orçamento em saúde, o que garante ao país resultados excepcionais. Graças à medicina preventiva, tem a taxa de mortalidade infantil mais baixa do terceiro mundo: 4,9 para cada mil crianças. A expectativa de vida dos cubanos (78,8 anos) é comparável a das nações mais desenvolvidas. A relação médico/habitante é uma das melhores do mundo: um para cada grupo de 148 habitantes. São 161 hospitais e 452 clínicas. Em 2012, Cuba formou 11 mil novos médicos, a metade de outros países. Em 50 anos, o país formou cerca de 109 mil médicos.<br> <br>  <br>
postado por Joao Vicente Goulart às 16:16

URUGUAY PAGA CARO EL APRENDIZAJE POR FALTA DE CONOCIMIENTO DE SUS GOBERNANTES

12 de março de 2013
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Por Lic. Marcos Goulart

Un mano a mano con el ex Presidente de la Cámara de Representantes, Dr. Alem
García, deja en evidencia las razones por las cuales el actual gobierno choca a diario
con sus propios dirigentes.

Dr. Alem García, en 2014 se cumplirán los 50 años del MNR, mismo año
en el que se cumplirán 50 años del golpe de estado en Brasil, el que
hizo caer al gobierno del ex Presidente Joao Goulart. ¿Cómo incidió en
ustedes estos acontecimientos?


El golpe en Brasil se vio en Uruguay con gran preocupación,
especialmente, en los sectores que se identificaban con el pensamiento y
las políticas de justicia social que llevaba adelante el Presidente Goulart.
Es de señalar que el MNR se crea el 8 de Marzo en 1964 y que fue, en
cierto modo, la continuación ideológica Partido Nacional Independiente;
se constituyó reivindicando, precisamente, los principios de justicia
social y la ética en la actividad política. Por lógica, entonces, el MNR vio
a Joao Goulart como un gran revolucionario en su actividad política y
gubernamental, de no habérsele derrocado, no tengo dudas, se le hubiera
ahorrado al pueblo brasileño muchos sacrificios que vinieron después;
represiones, asesinatos y finalmente las luchas contra las impunidades.

¿Cuál es la misión del Movimiento Nacional de Rocha?

Tratar de trabajar al máximo para que se concrete el triunfo del Partido
Nacional. Miles de ciudadanos prestaron el voto al Frente Amplio y
no lo volverá a hacer y, tal vez, no tengan a quién votar. Hoy más que
nunca se requiere que se haga efectivo el principio de la rotación de los
partidos en el gobierno. Es una práctica inherente a la propia democracia.
Cuando un partido se perpetúa demasiado, ejerciendo el gobierno
por varios períodos, se crean circunstancias inconvenientes como el
amiguismos, la impunidad en la tarea ya que los gobernantes se creen
que todo vale y pueden hacer cualquier cosa, el clientelismo y corruptelas
lamentables, todo lo cual no le hace bien al sistema. Pienso que la

ciudadanía no debiera darse el lujo de volver a reincidir prestando su
confianza a dirigentes que han cometido faltas muy grandes en perjuicio
del patrimonio nacional, a veces por impericia y falta de conocimiento,
otras veces por intereses espurios, como en los casos de los Casinos, Pluna
y otros.

¿Cuáles son las ambiciones políticas del MNR y cuál será su estrategia
electoral para las próximas elecciones internas del Partido Nacional?

El MNR es lo más parecido al lema Partido Nacional. El MNR al igual que
el Partido Nacional Independiente, tiene una peculiaridad única que lo
diferencia de otros sectores: no se apoya en liderazgos personales, sino
en base a ideas, principios y formas de actuar. Tanto en lo público como
en el ámbito privado. No tenemos líderes predominantes, existe una
plataforma principista, hay programas, en los que se advierten claramente
los valores, las ideas, de alto contenido de justicia social. Los dirigentes
pasan, son transitorios, lo institucional permanece, cuando mantienen
vigencia los principios e ideas.

Por más que se quiera comunicar lo contrario, está a la vista de cualquier
hijo de vecino, que tanto el Frente Amplio como el Partido Nacional, son
fuerzas políticas con internas ideológicamente divididas en dos grandes
sectores. Si bien, al día de hoy existen dentro del partido nacional 4 pre-
candidaturas definidas para las internas del partido ¿Usted cree que el
Movimiento Nacional de Rocha con la 504 puede marcar definitivamente
una tercera gran corriente ideológica si se presenta con candidato
propio?


Es posible…Esta decisión está en proceso. Ya lo hicimos como grupo
autónomo con candidatos propios en varias etapas. Existe esa posibilidad,
se trata de un sector político que tiene una estructura que abarca todo el
país. Es una alternativa. La otra sería la de “repetir” las experiencias del
2004 y 2009, o sea, concretar un acuerdo con otra agrupación de carácter
nacional apoyando a un pre candidato de afuera del MNR.

El 27 de octubre de 2012 fue realizado un Congreso Nacional de la 504 en
Casa de los Lamas, en el que estuve presente y, como todos, vi que era
evidente que la casi unanimidad de los dirigentes del interior tendieron
a inclinarse por un candidato propio que los represente en las próximas
elecciones internas. ¿En caso de que así fuera cuáles son las políticas
económicas y sociales que plantará la 504?

El MNR desde su fundación, tuvo como principal objetivo, la justicia social.
A lo largo de toda su extensa trayectoria, diría que fue el sector
nacionalista que puso mayor énfasis en la profundización de acciones
políticas para alcanzar la equidad, siempre para favorecer a los menos
privilegiados, a los más pobres de la sociedad. A los hechos me remito. A
vía de ejemplo: no existe obra social más importante en la historia
nacional, que se puede ver y tocar en todo el país, que la de MEVIR
(Movimiento de Erradicación de la Vivienda Insalubre Rural) No hay
rincón del país en el que no existan casas de MEVIR, casas blancas con
chimeneas reuniendo familias enteras mediante el fuego del hogar.
MEVIR surgió como idea en el Movimiento Nacional de Rocha, siendo
Presidente del sector el Dr. Alberto Gallinal. Yo fui testigo de esa génesis
siendo secretario del sector en el parlamento. Hoy se dicen muchas cosas
sin autenticidad y engañando a la gente. Si el MNR comparece en la
elección del 2014 como sector autónomo, expondremos ante la
ciudadanía un conjunto de medidas que promuevan mejor la equidad
social. Yo soy partidario de las políticas del MIDES, pero hay que
perfeccionarlas. No soy partidario de recortar gastos del estado en las
políticas sociales, como lo están proponiendo actualmente el
Vicepresidente Astori y el Ministro Lorenzo, al contrario; hay que
aumentarlos en relación a los niños y adolescentes a través de la creación
de proyectos productivos, de trabajo y de planes que fortalezcan a las
familias. Los beneficiarios del Mides no pueden ser condenados para
siempre a recibir migajas como se está haciendo desde el gobierno de
Vázquez. En lugar de dar migajas insuficientes a las familias que reciben
los beneficios del Mides, hay que proporcionarles los medios para que
puedan tener lo suficiente para una vida digna.

Alem, la gente pide más seguridad en la calle, ¿qué medidas tomará el
sector al respecto?

En el mes de enero se incorporó al sector la agrupación “Fuerza Blanca”
conducida por el ex policía el Dr. Mario Gambetta, quién tiene el gran

mérito de haberse recibido de abogado trabajando como policía. Hoy
se ha transformado en un gran estudioso en temas de seguridad, es un
técnico calificado, por sus estudios teóricos y, también, por la práctica. Ha
participado de seminarios sobre la materia aquí y en el exterior. Realizará
en la actividad política un gran aporte sobre su especialidad, que es la
seguridad pública.

¿En qué condiciones están preparados los militantes y dirigentes del
Partido Nacional para gobernar los próximos periodos?

El Partido Nacional es el único partido que está en condiciones de formar
simultáneamente dos equipos de gobierno, por los recursos humanos con
que cuenta. Cuando asumió el Presidente Mujica, el Frente Amplio tuvo
dificultades para cubrir los cargos de gobierno. No olviden que un equipo
de gobierno requiere aproximadamente de 300 personas capacitadas en
las diferentes áreas de la administración. En la última elección fue público
y notorio que el Frente Amplio no tenía las personas adecuadas para
cubrir los cargos, no tuvieron más remedio que poner en algunos de alta
importancia a personas sin la preparación necesaria.

¿Gente, entonces, que tuvo que aprender ejerciendo los cargos?

Sin ninguna duda. No por mala fe, sino concretamente por la falta de
los conocimientos elementales inherentes a la función. Hoy, el Partido
Nacional es la colectividad política que tiene recursos humanos de sobra
para formar un equipo de gobierno y, también, para constituir otro
completo, por si fuera necesario. Basta ver las listas de las personas que
integran las diferentes comisiones que están en el Directorio, comisiones
creadas en coincidencia con los Ministerios y demás áreas del gobierno y
la administración.
postado por Marcos Goulart às 14:11

DIREITOS HUMANOS: A INDIGNAÇÃO VENCERÁ O CORPORATIVISMO.

07 de março de 2013
DIREITOS HUMANOS: A INDIGNAÇÃO VENCERÁ O CORPORATIVISMO.
 

 

 





            Pastor Feliciano, deputado, orador de igreja, expulsador de demônios, homofóbico, racista e pasmem agora Presidente da Comissão de Direitos Humanos de nosso país, na Câmara Federal de Deputados.
 
 
Não é possível que depois de tantas lutas e de tantos lutadores que trilharam o caminho do restabelecimento democrático em nosso país, buscando sempre o aperfeiçoamento das instituições públicas em relação aos direitos humanos violados em nosso Brasil, durante tantos anos amargos da Ditadura, depois de havermos conseguido a muito custo político o avanço da instalação da Comissão de Anistia, da Comissão de Mortos e Desaparecidos, da Comissão da Verdade em nível nacional e agora sendo instalada em vários Estados da Federação, tenhamos que ver esta mancha em nada menos que no suposto instrumento do povo brasileiro, a Câmara Federal, que através de suas comissões públicas deveriam servir os interesses diretos da representação em cada setor social, instalado na Presidência da Comissão de Direitos Humanos um homofóbico, racista e preconceituoso deputado, dirigindo os destinos dessa comissão, que no nosso entender, a partir de agora se transforma em uma mera e estapafúrdia senzala a serviço do toma lá dá cá.

Nós do Instituto Presidente João Goulart, que temos lutado por vários casos de esclarecimento de violações dos Direitos Humanos no Brasil, especificamente na pesquisa e elucidação da Operação Condor na América Latina, denunciando ações encobertas de países estrangeiros em nossa soberania, procurando e pesquisando documentos que mostram a violação do terrorismo de Estado quando nossos consulados e embaixadas através do CIEX que trocavam informações sobre exilados e cooperavam para sua captura e sequestro, nos negamos a reconhecer como legítima esta Comissão de Direitos
Humanos da Câmara Federal e nos negamos a prestar qualquer informação ou contribuição enquanto permaneça presidida por este deputado, que no nosso entender não representa o universo tão amplo e tão digno que é a difícil luta pelo respeito aos Direitos Humanos.

Esperamos que este retrocesso que hoje atinge a todas as instituições de Direitos Humanos seja temporário e transitório, tendo a certeza que este nosso posicionamento não é solitário e nem um grito de apenas protesto. A união fará a força, a mesma com a qual se derrotou a ditadura, derrotará esta triste indicação corporativista.

A indignação vencerá o corporativismo.
 
João Vicente Goulart.
Diretor-IPG, Instituto João Goulart.
postado por Joao Vicente Goulart às 16:50